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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Carretas são encontradas sem pneus em 

fazenda as margens da BR 304.

 By Vandinho Amaral 

IMAGEM POLÍCIA MILITAR

Duas carretas tomadas de assalto uma em Riachuelo outra em Macaíba, trata-se de uma quadrilha especializada em roubos de pneus de caminhões. As carretas foram abandonadas nas proximidades da BR-304 no retorno que dá acesso a São Paulo do Potengi em uma fazenda, este já é o segundo caso registrado em um ano, a Polícia Militar fizeram o patrulhamento e não conseguiram obter êxito na ação.

Informações; PM SPP

 Inquérito de Jader Barbalho o mais antigo do STF,é arquivado sem julgamento. 

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Sem ao menos ser julgado, foi arquivado nesta segunda-feira o inquérito que tramitava há mais tempo no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso chegou à Corte em outubro de 2003, estava em segredo de justiça e investigava o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), suspeito de peculato, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. As penas máximas previstas para esses crimes somam 27 anos. A investigação foi encerrada sem conclusão porque houve extinção da punibilidade, ou seja, passou-se tanto tempo que o investigado não poderia mais ser punido, mesmo condenado.
Durante esse período, o inquérito, iniciado em 2002 na Justiça Federal de Tocantins, percorreu diferentes instâncias judiciárias em Brasília, Palmas e São Luís, por conta do foro especial — num percurso de 4.809 quilômetros, até acabar nas gavetas do STF. Pela Constituição, senadores e deputados devem ser julgados pelo STF. A primeira instância cuida das pessoas sem foro.
O objetivo do inquérito era investigar desvio de recursos da extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Os crimes teriam ocorrido em 2000. Como o caso está sob sigilo, não se conhecem detalhes do processo.
GILMAR, O PRIMEIRO RELATOR
Em Tocantins, o Ministério Público apresentou denúncia contra Jader, mas o caso não virou ação penal. Em 2003, quando Jader assumiu como deputado federal, o inquérito subiu ao STF pela primeira vez. O relator sorteado foi o ministro Gilmar Mendes.
Em 2005, o STF considerou nula a denúncia apresentada na primeira instância, porque o caso deveria ter sido investigado desde o início no Supremo, por conta do foro especial. Em 2008, o tribunal desmembrou o inquérito e deixou na Corte apenas o inquérito de Jader; os outros 24 investigados foram para a primeira instância, porque não tinham direito ao foro privilegiado.
Por ter assumido a presidência do STF em 2008, Gilmar deixou de relatar o inquérito. A responsabilidade foi transferida para a ministra Ellen Gracie, hoje já aposentada. Em 2009, o Ministério Público Federal apresentou denúncia contra Jader e, dessa vez, ao STF, responsável por julgar parlamentares.
O Supremo não teve tempo de analisar a denúncia: no ano seguinte, os autos foram enviados para a Justiça Federal de Tocantins, porque Jader renunciou ao mandato de deputado. Em 2011, a primeira instância de Tocantins concluiu que os fatos não deveriam ser apurados lá, mas na Justiça Federal do Maranhão, para onde o inquérito seguiu.
Em 2012, o caso voltou ao STF: Jader tinha sido eleito senador. O ministro Luiz Fux foi sorteado o novo relator. Ainda em 2012, Jader apresentou defesa preliminar à denúncia. Foi quando o próprio Ministério Público reconheceu que houve prescrição quanto ao tráfico de influência. Como o crime é de pena menor (de dois a cinco anos de prisão) a prescrição é mais rápida.
Em 2013, Fux se declarou impedido para julgar o assunto. Rosa Weber foi, então, sorteada a quarta relatora do caso. Em outubro de 2014, Jader completou 70 anos. Pela lei penal, o tempo de prescrição de crimes para pessoas com essa idade é reduzido à metade. Por isso, Rosa decretou a extinção da punibilidade dos crimes no último dia 11 de março. Pela legislação, a pena para peculato é de dois a 12 anos de prisão. A pena para lavagem de dinheiro é de três a dez anos.
O advogado de Jader, José Eduardo Alckmin, não credita o arquivamento do inquérito sem julgamento à mudança constante de foro. Para ele, as investigações não prosseguiram por falta de prova robusta:
— O arquivamento mostra exatamente que a cogitação inicial estava totalmente desprovida de provas mais seguras. Nesse tempo todo, houve um esforço do Ministério Público em criar uma prova robusta. Como o fato cogitado não tinha efetivamente fundamento, o tempo correu e não se chegou aos elementos que poderiam corroborar uma possível acusação. Nada foi confirmado — disse.
OUTROS CASOS NO SUPREMO
Para o advogado, as mudanças de foro não colaboram tanto com o atraso das investigações. Afinal, as diligências são cumpridas pela Polícia Federal e o juiz age como coordenador do inquérito nessa fase.
— O atraso é relativamente pequeno, porque a investigação está sempre a cargo da Polícia Federal. O juiz apenas exerce supervisão. O fato de ser juiz do primeiro grau ou ministro do Supremo não faz diferença. Mas, quando não se tem prova segura, não tem como o processo andar — argumentou.
Além desse caso, Jader responde a outras dezenas de inquéritos e ações penais no STF, alguns em segredo de justiça. Parte das investigações foi motivada por desvios de dinheiro da extinta Sudam, órgão ao qual Jader tinha influência política. Para Alckmin, todas as acusações são descabidas porque seu cliente não poderia ter conhecimento de tudo o que ocorria na Sudam.
INQUÉRITO VIROU AÇÃO PENAL
Em outubro do ano passado, um dos inquéritos que tramitam no STF contra Jader foi transformado em ação penal. Nesse caso, ele é investigado por peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, o réu contribuiu para desvios de R$ 22,8 milhões da Sudam, entre 1997 e 2000. Segundo as investigações, o parlamentar cobrava dinheiro para aprovar projetos. A propina era de 20% do valor do contrato.
Nessa investigação, Jader foi acusado de desviar dinheiro do Fundo de Investimento da Amazônia (Finam) para custear um projeto da Agropecuária Xavante. A empresa teria prestado o serviço, mas contribuiu para o desvio de dinheiro público. Segundo o Ministério Público, Jader usou seu prestígio para garantir a nomeação de superintendentes da Sudam que permitiram o funcionamento do esquema.
O Globo



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Começa nesta quinta-feira Operação Semana Santa da Polícia Rodoviária Federal

Na Semana Santa do ano passado foram registrados 2.837 acidentes, sendo 417 graves. Ao todo, 140 pessoas morreram


Por Aline Leal/Agência Brasil


Começa amanhã (2) a Operação Semana Santa, feita anualmente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para prevenir a violência no trânsito durante o feriadão. Na ação, que vai até a segunda-feira (6), policiais reforçarão a fiscalização em trechos estratégicos em rodovias federais. Todo o efetivo da PRF, inclusive policiais que estão trabalhando na área administrativa da entidade, foi convocado para atuar no período.
Na Semana Santa do ano passado foram registrados 2.837 acidentes, sendo 417 graves. Ao todo, 140 pessoas morreram (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)
Na Semana Santa do ano passado foram registrados 2.837 acidentes, sendo 417 graves. Ao todo, 140 pessoas morreram (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)
Na Semana Santa do ano passado foram registrados 2.837 acidentes, sendo 417 graves. Ao todo, 140 pessoas morreram nestes acidentes.
Um dos principais objetivos da operação é coibir comportamentos de risco dos motoristas como ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade e a mistura de álcool e direção. Os estados de Minas Gerais, Bahia e Paraná, onde ocorreram mais de 40% das mortes no feriado do ano passado, receberão apoio para o planejamento, a execução e a supervisão da operação, com reforço no efetivo, viaturas e equipamentos.
Para aumentar a fluidez do trânsito nas rodovias de pista simples, maior parte da malha viária nacional, a corporação vai restringir o tráfego de caminhões com dois reboques, veículos com dimensões excedentes e caminhões cegonha em alguns momentos. Esses veículos não poderão transitar nas rodovias de pista simples, independentemente de estarem descarregados ou possuírem Autorização Especial de Trânsito, na quinta-feira das 16h às 24h, na sexta-feira, das 6h às 12h, e no domingo, entre as 16h e as 24h.
Segundo a PRF, o motorista que descumprir a determinação será multado. A infração é média, gera multa de R$ 85,13 e quatro pontos na CNH. Além disso, o condutor será obrigado a permanecer com o veículo estacionado até o final do horário de restrição.
A ação deste ano também terá enfoque na conscientização dos motoristas. Em alguns postos, o condutor que for flagrado cometendo alguma infração será abordado e, enquanto aguarda a notificação, será convidado pelos policiais a assistir vídeos que mostram comportamentos inadequados no trânsito e as consequências dessas condutas.
Aos motoristas, a PRF aconselha que façam uma revisão atenta no veículo antes de viajar, que verifiquem principalmente pneus (inclusive o estepe), palhetas dos limpadores de para-brisa e itens de iluminação e sinalização. Além disso, a dica da entidade é lembrar de programar paradas em locais adequados para alimentação, abastecimento e descanso e sempre respeitar a sinalização e os limites de velocidade.

Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em Caicó e prende três

Além dos presos em flagrante, um menor que estava foragido foi apreendido.

portal B O  
FOTOS: DIVULGAÇÃO / DEGEPOL

A Polícia Civil de Caicó, em parceria com a Polícia Militar, deu cumprimento na manhã desta quarta-feira (01) à mandados de busca e apreensão, que resultaram na prisão em flagrante de Erivaldo Martins da Silva, Ana Lúcia da Silva Aquino e Ubiraneide Oliveira. Além dos presos em flagrante, um menor que estava foragido foi apreendido.
Durante a ação foram apreendidos 1 pistola Bereta calibre .22, cerca de 500 reais em dinheiro fracionado, 1 revólver calibre .38, 215 trouxinhas de crack, 31 munições, 35 trouxinhas de maconha, 6 celulares e objetos possivelmente provenientes de roubo.

PM prende suspeito de ameaça em São Gonçalo e apreende quatro armas de fogo

Suspeito estava com três revólveres e uma escopeta calibre 12.

Portal BO
FOTO: DIVULGAÇÃO / PM
 Policiais da 2ª Companhia de Polícia Militar (2ªCPM) do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM) de São Gonçalo do Amarante, prenderam, no começo da noite desta terça-feira (31), na Rua São Caetano, no Loteamento Santa Terezinha, naquele município, Victor de Lima Pereira, 24 anos. Ele é acusado de ter ameaçado, com o uso de arma de fogo, uma jovem naquela cidade.
A PM realizou uma rápida busca na área, chegando a residência onde Victor de Lima se encontrava. Com ele os policiais apreenderam três revólveres calibre 38 e uma Escopeta calibre 12, além de várias munições.
O infrator e o material apreendido foram levados a Delegacia de Plantão zona Norte para as providências legais.